A chuva chega de mansinho
Em tom de batida musical
Os pingos d’água correndo
Em curva e horizontal
Molha um chão que já torrado
Desse meio sertão tostado
De tanto tempo sem chover
Já anuncia em seu semblante
Que meu torrão tão pulsante
Já sente o verde que nascer
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Princesa do Sertão do Araripe
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