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ANIMAÇÃO ARARIPINA

Violência: Auditor da CGU agride mulher e criança no Distrito Federal

Denúncia foi feita por morador do prédio; caso é investigado pela Corregedoria-Geral da União, Comissão de Ética da CGU e Polícia Civil

Alan Cardoso, da CNN Brasil*, Thiago Félix, da CNN Brasil, São Paulo


Foto: Reprodução

O auditor da CGU (Controladoria-Geral da União) David Cosac Júnior, 50 anos, foi flagrado agredindo uma mulher e o filho dela com socos, tapas e chutes, no prédio residencial em que mora, em Águas Claras, no Distrito Federal.

Segundo a Polícia Civil, a denúncia foi feita pelo subsíndico do prédio, que acompanhou os policiais até o apartamento do auditor. Na delegacia, David contou que teria terminado o namoro com a mulher, o que levou as agressões. A vítima foi ouvida por telefone, mas não quis registrar ocorrência policial.

Nas imagens, divulgadas pelo portal Metrópoles, os envolvidos aparecem na porta do elevador, no estacionamento do prédio. A mulher estava com a criança no colo, no momento em que David parte para as agressões. Na sequência mãe e filho caem no chão, mas o auditor continua com os ataques.

Lamentável com uma prova cabal como o vídeo, sair livre como se fosse comum violência contra a mulher e a criança e a vítima ainda prestar esclarecimentos, quando o agressor sai ileso.
(Grifo nosso)

Veja o vídeo:




Servidor da CGU que agrediu mulher já ameaçou gerente de mercado no DF

O auditor David Cosac Júnior, 50 anos, agrediu verbalmente e ameaçou o gerente de um supermercado em Águas Claras. O caso aconteceu em 2017

Thalita Vasconcelos / Metrópoles

O auditor da Controladoria-Geral da União (CGU) David Cosac Júnior, de 50 anos, flagrado em vídeo agredindo uma mulher e uma criança de 4 anos, possui antecedentes por comportamento agressivo. Em 2019, o servidor público foi condenado pela Justiça do Distrito Federal após agredir verbalmente e ameaçar o gerente de um estabelecimento comercial.

A confusão teve início no caixa de um supermercado em Águas Claras, em 2017, devido a uma divergência de preços em dois produtos. Segundo o relato do processo da época, a demora na correção do valor teria irritado o servidor público.

Quando o gerente da loja tentou intervir e solicitou que David se dirigisse a outro caixa para agilizar o atendimento dos demais clientes, o auditor teria chutado o carrinho de compras, repetidas vezes.

Mesmo após a solução do problema técnico, o servidor teria passado a desferir ofensas verbais contra o funcionário. De acordo com o depoimento do gerente, o auditor gritou “em alto e bom som” que o trabalhador “não era homem”, além de xingá-lo de termos como “zé ruela” e “vagabundo” na presença de clientes e outros funcionários.

O auditor também teria perguntado o horário de saída do gerente, insistindo para que se encontrassem fora do estabelecimento a fim de resolver a questão, o que foi interpretado como intimidação para agressão física.

Em diversos momentos, David teria ainda enfatizado sua condição de funcionário público da CGU. No processo, o registro aponta que tal conduta demonstrou “despreparo e soberba” por parte de David.

O episódio foi registrado na 21ª Delegacia de Polícia e resultou em uma ação por danos morais. O processo foi encerrado após um acordo judicial, no qual o auditor pagou uma indenização de R$ 800 à vítima.

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