Todos nós temos alguma coisa guardada em casa que nos trazem lembranças, sejam boas, talvez ruins, mas são memórias dos apegos que afloram as recordações de momentos tristes, inesquecíveis, marcantes das nossas vidas que de quando em vez, nos permite uma leitura lacrimejante, cheia de saudades e sentimentos profundos.
Minha mãe ainda guarda até hoje, a minha “farda da escola CERU Luiz Gonzaga Duarte”, autografada por todos os meus colegas de 8.ª Série. Com certeza todos usavam caneta bic 😁😁.
Queria tanto um museu para guardar a minha primeira televisão de tubo 29 polegadas; a minha radiola de duas caixas de som, que se transformava em mala para ser guardada com todo o zelo das conquistas que as dificuldades financeiras nos permitiam explorar; a minha coleção de vinil de Roberto Carlos que fui obrigado a vender; o meu primeiro celular que nem lembro a marca; o meu primeiro som modelo Aiwa com duas saídas potentes de 15 rms cada: Sofisticada para a época – metade dos anos 90; a minha primeira TV com imagens coloridas de 12” que era um sucesso e para alguns eu estava rico, que consegui comprar depois de casado: o meu primeiro computador; o meu primeiro notebook que guardo até hoje como relíquia; a mudança para meu primeiro sobrado e depois para minha casa que construí às duras penas e que até hoje me serve de troféu para muitas vitórias, enfim, passaria uma dissertação inteira, falando em primeira pessoa, das conquistas que por trás tinha uma barreira de obstáculos para serem conseguidas.
Mas quero falar de saudade. Por isso, resolvi então, de modo especial separar tudo que tenho de memórias vivas no meu baú de lembranças, e fazer um desafio para os bons leitores de história: também mostrar, ou quem sabe, enviar para os perfis @historiadeararipina - @diarioderaripina @amoararipina – tudo aquilo que reserva um acervo pessoal, mas que tem tudo a ver com reminiscências que são de interesse cultural e histórico.
· O álbum de fotos na ordem cronológica da nossa caçula;
· Parte da minha coleção atual de vinil;
· Os álbuns de fotos de família, incluindo o de Luizito Fotografia:
· Parte do que restou da minha coleção de CDs de músicas;
· O que ainda tenho de História em Quadrinhos dos heróis da Marvel e da DC;
· A fita VHS – Festa na casa dos pais de Geonaldes;
· A Máquina fotográfica Canon – 16.0 mega pixels;
· A Filmadora Sony;
· A Revista Região de 1973;
· O Livro - 10 anos em 10 meses – de Geraldo Granja Falcão;
· O Livro – Araripina – História, Fatos & Reminiscências – de Francisco Muniz Arraes;
· Os Portas DVDs e CDs;
· As Ediçoes das Revistas Veja;
· Os Cartões de Vacinas dos Filhos;
· O Grande Jornal – de propriedade do Sistema Grande Serra de Comunicação;
· Fim de um sonho – edição especial do Jornal do Comércio, contando a trajetória do ex-governador Eduardo Campos;
· JC – Contando os passos do impeachment de Dilma Roussef;
· Morre Arraes, fica o mito – edição especial contado a história do ex-governador Miguel Arraes;
· Foto de um celular sansung antigo;
· Foto de uma das edições do Folha do Araripe – de propriedade do blogueiro Lusmar Barros;
· Minha de Certidão de Casamento na Igreja Católica – assinada pelo padre Milton Porfírio dos Santos;
· Uma carta enviada pelos Correios datada de 2006 – com o selo do Museu Oscar Niemeyer;
· Edição do “FUXICO” – uma publicação aleatório e anônimo que circulou em 2005;
· Documentos originais dos Alvarás Sanitários emitidos até 2008;
· Um baú antigo que pertencia a mãe da minha sogra;
· O porta-retrato com a fotos de meu irmão;
· Um móvel antigo e intacto;
· Uma camisa do flamengo que pertencia ao meu irmão César e que guardo com muito zelo;
· Uma camisa antiga do meu fluminense;
· Uma folha A4 com a marca oficial da administração de Valdeir Batista (2005-2008);
· O DVD da formatura infantil do CEA;



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Blog do Paixão