Araripina é cheia de personagens importantes que transformaram e mudaram o modo de vida de sua gente. Hospitaleira, acolhedora e gente empreendedora, os araripinenses são carregados de singularidades que em nenhum lugar mais existem, são peculiaridades próprias do seu dinamismo, de sua resiliência e um formato araripiano que também se multiplica com as outras características do povo do nosso semiárido nordestino.
E aí, lembrar de uma turma que cursava datilografia também é rememorar algo que também foi um momento importante para o editor deste, que ali no antigo Lions Club, que ficava na Rua Euclides Severo Alves, por duas vezes fez o curso de datilografia. Não guardei o certificado que certamente seria algo histórico, pelo menos para ele.
Lourdes de Noé, Lia Cordeiro, Sônia Bihum, Ana Rocilda são personagens desse momento marcado pela singeleza de uma cidade que tinha poucas opções com relação à capacitação profissional. Mas elas estavam lá, perfiladas e em pose para receber os seus certificados do curso de datilografia e serem fotografadas com os seus méritos em mão.
Zé Batista, Humberto Bandeira, Pixita e uma galera grandiosa que somente um conhecedor dos tempos poderia identificar cada um que compunha aquele aglomerado jovem. O mais interessante daquela juventude celebrando não sabemos o quê, seria o cenário, que mais se parecia com um templo cristão, rodeados de imagens de santos por todos os pilares e paredes. Somente eles ou alguém que conhece e fez parte daquele momento poderia nos explicar.
E mais dois registros históricos para nosso acervo, vem robusto de lembranças de Seu Abelardo, Dona Dina e Marilena Bezerra, muita bela por sinal, em uma fotografia que marejam os nossos olhos por retratar algo tão familiar.
E o famoso restaurante de Edmilson Fofinho que sempre reuniu aquela turma boa de papo de boteco para beber cerveja gelada, prosear e contar histórias que ficamos imaginamos e tentando adivinhar o que tanto eles confabulavam.
É muita história, né não?
























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