Esse ano completamos 36 anos de serviços como profissional
de saúde, mesmo com os contratempos que fizeram parte do processo e que nesse
ínterim, outras experiências foram protagonizadas para assim entender que o
grande laboratório da vida é prática, experiência e trabalho.
Acompanhei cada etapa da descentralização dos serviços de
saúde, com uma transição baseada no que diz a nossa Constituição Federal e as
diretrizes estabelecidas na lei 8.080/1990.
Convivi com cada profissional “caxias” ou “corpo
mole” como sempre são pesos de medidas dentro dos serviços públicos,
mas sempre compreendendo as peculiaridades e respeitando cada um na sua
importância. Viviane, Régia Cristina, Auxiliadora Granja, Gláucia Barbosa - quatro
enfermeiras que naquela época se desdobravam para os serviços essenciais
andarem. Era um quarteto único em relação a tantos profissionais que hoje são
muitos para manter o time da Atenção Básica funcionando.
As filas de consultas eram enormes para pouco recurso humano
no serviço de saúde. Não existiam tantos postinhos de atendimentos como
atualmente e, geralmente madrugávamos para distribuir fichas e organizar uma
multidão de pessoas para cada atendimento específico.
Maria Helena era o nosso “recursos humanos”. Eu, Geonaldes,
Luiz Libano e Alberto Muniz tomávamos de conta do “Arquivo – Fichário dos
Pacientes” – depois todos os prontuários eram organizados em ordem alfabética.
Auxiliadora era a nossa diretora, que depois passou para Merandolina “Cirlê e
sempre mantínhamos um bom relacionamento para o bem daqueles serviços
públicos.
Não quero aqui me alongar porque tanta gente boa como,
Zefinha, Floriza, Dedé Saraiva (in memoriam) e tantos outros que aparecem nos
registros de hoje - formaram um grande time que defendeu a saúde como uma
bandeira de vida.

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