A grande selva humana Traduz o ser em essência De como ele se comporta Num ponto de divergência Tem a malícia do mal Mas também é sem igual Quando é pra dar assistência
As chuvas e as enchentes Que o Rio Grande assolou Merece a compaixão De quem se mobilizou Nesta hora não se conta E não deve pagar a conta Nem que o Nordeste atacou
Se alguém xingou o Nordeste Não podemos rebater O povo Rio Grandense Nunca foi de promover No nosso povo discórdia Pois toda misericórdia Agora podemos ter
E se algum nordestino Pensar que deve pagar Na moeda dos insanos Não sou eu pra concordar Não posso ser tão genérico Por quem merece descrédito No seu modo de pensar
Polaridade imbecil Tomou conta do país Nessas horas percebemos O quanto isso é infeliz Não existe nem um lado Quando o irmão “tá” precisado Une o Brasil nos Brasis
Rio Grande e Nordestino Sem racismo e preconceito Une os ventos da bondade Pensando num só conceito As tragédias unem todos E o amor e o socorro É povo do mesmo jeito
O país da diversidade Mistura de raça e de gente Não pode ser separado Por essas forças vigentes Que no país é minoria Que fere a democracia Como poder infringente
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Blog do Paixão