Já contamos aqui dos feitos de uma turma animada, elencada por Dr. Arraes, filho de Plínio (que enviou as fotos para o amigo e colaborador de sempre – Jacó Saraiva), Cléber, Zé Alencar, Ronaldo de Seu Santos, Edilson irmão de Edmilson, Tontonho, em um momento não tão assim, animador, pelo motivo já exposto. Veja link abaixo da primeira parte
Mas guardamos os outros registros que nos enviaram para prosear um pouco sobre essa turma de “atletas araripinenses” – que naquele momento vibravam por uma vitória contra o time do Banco do Brasil.
Nas fotos também percebe-se visualmente alguns traços antigos ali na atual Rua Alexandre Arraes Irmãos, onde ficavam o Grande Hotel (atual Caixa Econômica), o armazém de Ribamar e Edimilson, a residência de Socorro Arraes, o Cine Fátima, a Igrejinha de São Vicente, enfim, tanta história retratada nessa viagem espetacular pelo túnel do tempo de nossa querida Araripina.
Os registros dos escombros foram feitos justamente num dia de carnaval, e os amigos, Cléber, Zé Alencar, Ronaldo de Seu Santos, Dr. Arraes, filho de Plínio, Edilson irmão de Edmilson, Tontonho, aproveitavam aquele momento que não era célebre por assistir um patrimônio histórico tombado, no sentido literal da palavra, talvez para comemorar a vitória no futebol, bebendo uma cerveja gelada, mas com tristeza por testemunhar um fim de uma história que foi o passo importante para delimitar um marco nos fatos lamentáveis para Araripina.
A turma do futebolOs amigos de outroraLembra a saudade de tempoQue a memória revigoraBeber e se divertirViver a vida e curtirSem pensar em nada maisO que restou do passadoTraz um sonho transformadoDe um tempo tão fugazA história dessa turmaTraz embutida outra históriaDo que foi nossa terrinhaRica em tanta memóriaDos amigos dos encontrosDa vida e dos desencontrosQue ela pode mostrarDe tanta adversidadeMas com a felicidadeDe ver ela prosperarDa turma do futebolDas farras e boemiasDas folias entre amigosTanta história restariaUm troféu pra se erguerUma vitória pra verO que agora contariaO passado no presenteA lembrança onipresentePara lembrar todo dia







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