As nossas inspirações são memórias e lembranças do nosso baú de histórias consagradas por fatos, registros e presentes, como os que recebi essa semana. Enquanto muitos festejavam a maior manifestação cultural do Brasil: O Carnaval, as fotos transformadas e colorizadas recebidas por nós foi motivo de muita festa para o nosso deleite subjetivo e que queremos então compartilhar com todos vocês.
Os registros dizem respeito a uma turma de amigos que gostava de futebol e naquele dia em especial (se podemos dizer assim) eles comemoravam uma vitória contra o time do Banco do Brasil, sobre os escombros da Igrejinha de São Vicente que acabara de ser demolida na época pelo então prefeito Raimundo Batista de Lima, que administrou o município entre 1969 a 1973. A Capela de São Vicente, foi destruída provavelmente m 1971. A capela, construída pelo Pe. Ibiapina em 1871, provavelmente foi inaugurada no dia 08 de dezembro daquele ano, pois lhe foi dado o patrocínio de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da Paróquia. A capela era cuidada com muito zelo. Praticava-se uma religião de piedade, com fervor e devoção.
Os registros dos escombros foram feitos justamente num dia de carnaval, e os amigos, Cléber, Zé Alencar, Ronaldo de Seu Santos, Dr. Arraes, filho de Plínio, Edilson irmão de Edmilson, Tontonho, aproveitavam aquele momento que não era célebre por assistir um patrimônio histórico tombado, no sentido literal da palavra, talvez para comemorar a vitória no futebol, bebendo uma cerveja gelada, mas com tristeza por testemunhar um fim de uma história que foi o passo importante para delimitar um marco nos fatos lamentáveis para Araripina.
Para Dr. Arraes que aparece nos registros e deixou uma frase sobre o lamentável episódio, dizendo que naquele momento “Dava uma saudade grande”, se referindo a demolição da Igrejinha.
Em breve as outras fotos que recebemos, vamos contar uma história desses boêmios, inclusive com uma prosas & versos para homenageá-los de uma forma menos melancólica para com muito saudosismo, mostrar um pouco naquele momento tão singular, o que eles faziam numa década de ouro para quem muito fez por nossa terrinha.
Lembrando ainda, que a História da Igrejinha de São Vicente, nós já mostramos aqui. É uma história minuciosamente contada pelo nosso conterrâneo – Francisco Muniz Arraes – no Livro: Araripina, História, Fatos & Reminiscências. É só clicar no link abaixo para lê na íntegra👇


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Blog do Paixão