UM LOUCO AMOR COM FINAL FELIZ PARA
Carlos Alberto Riccelli e Bruna Lombardi são pessoas especiais. Além de belos, inteligentes e simpáticos, passam através de sua união um clima de amor, dificilmente encontrado nos dias de hoje. Os dois se conheceram durante as gravações de Aritana, em 78, e permaneceram juntos. O nascimento de Kim — há um ano e cinco meses — completou a felicidade do casal. Em Louco Amor, os atores voltam a contracenar, só que desta vez vivendo uma relação tempestuosa, que nada tem a ver com a real. Riccelli comenta o novo personagem, as vantagens de trabalhar ao lado da mulher:
“O Márcio não está muito definido, assim como todos os outros personagens. Ele é filho de Agenor (Mário Lago) e protegido por Renata (Tereza Rachel). — Para o público não fica bem esclarecido o que vem a ser esse relacionamento. — Ele é modelo e tem uma situação instável: se as pessoas em geral vivem em crise nas profissões mais seguras, imagine quem depende do corpo, do rosto... Por isso, ainda que aparente estar numa boa, sempre cercado de mulheres, bem-vestido, sente-se inseguro. Esse lado não vai ser mostrado logo, mas o levo em consideração para construir o personagem. Sua insegurança espelha a crise no país. No Brasil, mesmo quem é bem-sucedido na carreira enfrenta problemas com a falta de mercado...”
A ligação de Márcio com Patrícia (Bruna) será provocada pela madastra da moça, que vê na união dos jovens a solução para uma série de problemas: “O personagem é um cara viajado, conhece todas as coisas boas da vida, mas não possui dinheiro. Então, ele quer se dar bem na vida para ter condições de alcançar o status das pessoas com quem convive. O casamento com Patrícia pode ser uma boa saída.”
Contracenar com Bruna é uma experiência enriquecedora, tanto na novela como na convivência diária: “Acho bom, porque estamos na mesma cidade, acompanhando o processo de trabalho um do outro, discutindo o texto. Isto nos envolve muito e, inclusive, penso que o artista casado com alguém que não é do meio pode ter problemas nesse sentido. Cria-se um distanciamento, pois é difícil entender os horários malucos e a entrega ao personagem. O fato de sermos atores aproxima nossos interesses e fazer a mesma novela nos une mais ainda...”
REPORTAGEM DE MARÍLIA SAMPAIO - Sétimo Céu





























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