E se José partiu pedindoUm momento de prazerOuvir o amigo tocandoCantando para atenderUm desejo inusitadoPerto do féretro postadoNo seu nobre fenecerMaria partiu tambémMas todos como um coralDisseram que a saudadeDeixa triste o ritualOs filhos que padeceramOs amigos que sofreramDando aquele adeus finalAna também já se foiFormando no mês a trindadeDeixou uma grande famíliaAgora pra eternidadeÉ tão triste a despedidaSabendo que nessa vidaEla vai deixar saudade
Neste mês de abril de 2026, Araripina teve uma sequência de perdas irreparáveis para todos nós. José Novaes Filho, Maria Eliete da Silva e por último Ana Maria Barreto de Alencar Cavalcante,
E como é importante contar a História de Araripina, mostrando não só quem foram os políticos importantes do nosso município, quem foi mais influente, quem é de família nobre ou não, o nosso interesse não é esse.
O nosso principal motivo é mostrar José, Maria, Ana, Antônio, João, Antonieta e tantos outros que cultivaram o amor por nossa terra.
Lembrar de Zé Novaes com o último pedido ao nosso conterrâneo e artista da terra, Robinho, é mostrar um sentimento de quem tem palavra e humildade para atender um pedido que foi prontamente cumprindo.
Lembrar de Maria Eliete, ou a conhecida e carismática Eliete é entender que o araripinense, como o pernambucano, o brasileiro é em sua maioria gente alegre, acolhedora e difícil de encontrar em outro país.
Lembrar de Ana Barreto é entender melhor sobre educação, sobre a arte de ensinar, de ser mãe, que superou muitas barreiras difíceis e que encontrou um porto seguro para sobreviver as tempestades e sair desse mundo deixando um legado.
E esse relato ou dissertação do editor, como queira entender, também me conduziu novamente aos tempos áureos da geração de José, de Maria, de Ana para saber que aqui, principalmente nesse torrão querido eles fizeram muita história.
Por Everaldo Paixão



















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