Araripina de tantas saudades, de tantas memórias e de tanta beleza

 

Sempre que percorro os arredores da Igreja Matriz, aquele monumento imponente, me vem a memória as escadarias que a deixava cheia de liberdade, com direito de ir e vir sem barreiras para impedir que ela fosse vista na forma mais suntuosa e deslumbrante. Além do palco que por anos aglomerou pessoas, políticos, religiosos, enfim, e serviu de inspiração para muitas oratórias. Ele não existe mais. Apenas em registros fotográficos.

A Rua 15 de Novembro, a Rua José Barreto de Souza Sombra, a Escola Dom Malan, educandário mais antigo que ainda resiste ao tempo ainda está no mesmo lugar. O balcão antigo que lembra os encontros dos amigos boêmios no velho barzinho para falar de tudo: de música, de política, da cidade. E por fim: a paisagem exuberante de um equipamento moderno que se avista em um cantinho do Bom Jardim do Araripe, distrito de Araripina para mostrar que o município, além dos seus 2.037 quilômetros quadrados tem uma beleza rara, um povo grandioso e muitas coisas para serem descobertas e mostradas para eternizar a Princesa do Sertão do Araripe.









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Blog do Paixão

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