Ela trabalha em silêncio: enquanto processa o empresário Humberto Saade, agita nas passarelas européias, vira estrela de cinema e musa da Seleção brasileira
Enquanto modelos dos quatro cantos do país aportaram com tudo no Rio, no último Carnaval, e concentraram todos os seus esforços para as atentas câmeras de TV e máquinas fotográficas, a gatíssima Luíza Brunet apareceu muito pouco e preferiu o gênero “deixa-que-eu-estou-na-minha”, contrastando com o estilo “gente, cheguei!” da nova musa da Dijon, Monique Evans.
A
verdade é que Brunet está com motivo de sobra para esnobar as grandes
badalações e os tititis: trabalhando na maior moita, ela deu uma grande
deslanchada em sua vida profissional e hoje é uma mulher super bem-sucedida.
Depois de desfilar a nova coleção de Guy Larouche pelas passarelas
parisienses, Luíza foi contratada por Renato Aragão para viver Aninha, a
personagem principal do novo filme Os Trapalhões no Reino do Futebol,
que tem estréia prevista para junho.
Além
disso a modelo acaba de assinar com a Playboy para posar nua em fotos
que serão realizadas no México no mês que vem (ela vai ser capa em 12
publicações internacionais) e, ainda por cima, foi eleita a musa da Seleção
Brasileira.
Precisava
mais? Brunet deve achar que sim, pois abriu um processo contra o empresário Humberto
Saade — seu ex-patrão na Dijon —, que registrou Luíza Brunet no
INPI, impedindo assim que a modelo usasse seu nome em qualquer produto
comercial. São 17 itens que vão desde papel higiênico até roupas e outros
artigos variados.
Com
isso Brunet fica impedida de montar, por exemplo, sua tão sonhada confecção.
Mas ela promete ganhar a guerra e lançar, em breve, uma griffe com a marca Brunet.
E, principalmente, mostrar que dá para vencer na vida com charme e muita
classe.
Legendas
das Fotos
- Foto superior esquerda:
Um registro dos tempos da Dijon, com Saade: agora só restam
ressentimentos e mágoas.
- Foto inferior direita: Como musa da Copa, Brunet quer levantar a Seleção com Telê.

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