Foto: Tivinanet
O nosso blog ou nosso caderno digital, já vem contando e resgatando a História de Araripina alicerçado principalmente em livros como Araripina, História, Fatos & Reminiscências, de Francisco Muniz Arraes, no Livro 10 anos e 10 meses, de Geraldo Granja Falcão, no Livro de Sinopse de Araripina, de Jurandy Temóteo, no Livro Araripina às Vésperas do III Milênio, elaborado pelo VIII Período de História, da Revista Região, do Crato – CE, que recebemos de presente, dos encartes dos Jornal Tribuna do Araripe, das conversas com aqueles veteranos que são conhecedores de fatos importantes como Jacó Saraiva, Serginho Batista e tantos outros que mesmo na simplicidade, são bibliotecas ambulantes de conhecimento e que gostam de falar de nossa terrinha. Não somos pioneiros nesse recorte, que entre eles colocaria um dos gênios da sabedoria humana, Ronaldo Lacerda (por quem tenho grande admiração), o ex-prefeito Valmir Lacerda, o grande futebolista Ediglê Freire, Francisco de Assis (irmão de Maria de Ló) que mora em Paulistana, Piauí, e sempre que possível tira algumas dúvidas da velha guarda. O próprio Jacó Saraiva, que nos presenteia sempre que pode com relíquias e fatos de nossa história e tanta gente que tira do baú aquilo que é cultura e história e que pertencem ao povo como a melhor maneira de dizer: nós amamos nossa terra.
Apesar dos pesares, apesar de compreender que muitos nutrem um amor pegajoso pelo que Araripina pode oferecer como retorno financeiro, sem zelar tanto por seu nome, por sua história, por seu povo, ela tem naturalmente o dom de ser uma cidade que cresce, que floresce com as topadas não tão efêmeras que ainda emperram o seu progresso e desenvolvimento em alguns sentidos que precisamos melhorar. E quando uma cidade desenvolve olhando para o bem geral do seu povo, ela fica mais alegre, saudável e atrativa para quem nela deseja morar.
Viva nossa Araripina!


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