O esporte amador de Araripina que em maio de 2021, no programa “Debate Geral” – capitaneado pelo nobre radialista, Roberto Gonçalves, trouxe o mais aprofundado debate para falar de futebol, de como esse entretenimento tão apaixonante do brasileiro e do próprio araripinense, ainda não é relevante como outros eventos que marcam data no município.
Os convidados: Ediglê Freire e Araújo Souza.
Aqui relembro do que tratamos como um tema espinhoso para o futebol amador de nossa terra e que virou na época um debate polêmico. Já superado, óbvio.
Uma nota do prefeito Valmir Lacerda informa que o Estádio Gilson Tirbutino de Souza – “O Chapadão” foi construído com recursos próprios, mas foi muito criticado pela a escolha do local que tinha muita pedra.
Ediglê se postou como um desses críticos e explicou que a decisão de construir na Cohab I – foi política.
Lembrou que veio um arquiteto de Caruaru, o mesmo que projetou o Pedro Vítor de Albuquerque no município do Agreste Pernambucano, trouxe um projeto audacioso para ser construído onde fica o Aplausos - Casas de Shows e Eventos, por ser uma planície e com vista panorâmica privilegiada, um espaço especial para tal empreendimento, mas por divergências políticas, por o terreno pertencer a uma pessoa que não interessava ao gestor municipal da época.
Posteriormente o mesmo projeto era para ser adaptado a um terreno íngreme (inacessível) e inviável. Se o projeto inicial tivesse sido viabilizado no espaço que era para ser contemplado, com galerias, restaurantes, estacionamento, lembrou Ediglê que afrimou ter o projeto original em casa.
O que se gastou para nivelamento, demolição das pedras dava para ter feito muito mais se fosse no local ao qual havia sido destinado o projeto.
O ex-prefeito recordou que ordenou para que o projeto do novo estádio fosse elaborado pelo arquiteto de Caruaru, mas por conta de mudanças na conjuntura política e para valorizar a ideia de Valdemir Batista (Dr. Mimi) - "que era nosso candidato", lembrou – em construir um Centro Administrativo e um Teatro Municipal no local onde foi construído o Sesc Ler.
- “Eu deixei tudo isso com Dr. Mimi”, recordou.
Para o ex-prefeito, o local onde foi construído o “Chapadão” foi o lugar mais próximo que encontrou da cidade, mesmo entendendo a inviabilidade e os custos que seriam, mas que a ideia era transformar tudo aquilo em um Centro Universitário.
Essa polêmica não termina aqui.

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