HISTÓRIA DE ARARIPINA: A FALTA DE ESCOLAS AINDA ERA UM ENTRAVE PARA O MUNICÍPIO SE DESENVOLVER


O nossos pais foram importantes na construção de uma sociedade araripinense mais educada, mas desenvolvida e as pedras nos caminhos difíceis para isso acontecer foram tantas que em tempos de poucas unidades escolares, pobreza, falta de tanta coisa básica que mesmo assim, criaram filhos honestos, que também criaram netos que até hoje é uma sequencia de uma geração que moldou outra geração através da educação e dos princípios que norteiam os cidadãos de bem.

A falta de escolas aprendia-se a ler, escrever e fazer contas, com os pais ou com os irmãos mais velhos. Ou então com professores particulares, que ensinavam em domicílio. Aí pelo ano de 1917, o professor José Augusto, do Assaré (CE), montou uma escola na Vila, para o ensino das primeiras letras, como se dizia. Ficava localizada na atual Joaquim Alexandre Arraes.

Foram alunos do Professor José Augusto: Joel Modesto, Gerson Modesto, Antônio Braz Sobrinho, Luiz Félix, Antônio Félix, Elias Modesto, Joaquim Mundoca, João Mundoca, Alfredo Modesto, Aniceto Benício, Plínio Arraes, Nilo Arraes, Honorato Muniz, Pedro Muniz, Aurélio Muniz, Natércia, Santinha Penha, Patrocínia Valdevino, Hilda Arraes, Edite Arraes e Salvador Augusto. Todos com idade entre 9 e 18 anos. Desses, somente Elias Modesto conseguiu título superior, bacharelando-se em Direito, pela Faculdade de Direito do Recife, na turma de 1941, militando no Foro de Recife, como advogado, por mais de 30 anos. No começo dos anos vinte, o Professor Antônio Loyola de Alencar, também cearense, ensinava de casa em casa e nos sítios.






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