Siglas como PSD e Podemos ganham presença, enquanto PSDB e Solidariedade perdem espaço e protagonismo na nova configuração política
Por Rodrigo Fernandes
Após janela partidária, Alepe tem mudanças nas configurações dos partidos - divulgação
Encerrada a janela partidária, período em que deputados puderam trocar de legenda sem risco de perda de mandato, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) passa a operar sob uma nova correlação de forças, marcada pela consolidação da base de apoio à governadora Raquel Lyra (PSD) e pela reorganização do campo oposicionista.
Ao longo do período, que teve início em 5 de março e foi encerrado na última sexta-feira (3), 24 deputados estaduais mudaram de partido.
O principal beneficiado foi o PSD, partido presidido por Raquel Lyra em Pernambuco. A sigla não tinha representação na Alepe antes da janela e passou a contar com oito parlamentares, se consolidando como um dos principais pilares da base governista.
A migração em direção ao PSD, somada a movimentos em outras legendas alinhadas ao Palácio do Campo das Princesas, garante ao governo uma maioria confortável para avançar com as agendas do interesse da governadora.
A oposição, por sua vez, se reorganiza principalmente em torno do PSB, que perdeu duas cadeiras mas se mantém como principal polo adversário na Casa. Com sete deputados, o partido preserva a terceira maior bancada e reforça sua posição com o retorno de Diogo Moraes e Waldemar Borges, que haviam deixado a legenda durante o episódio da CPI da Publicidade, no ano passado.
Apesar disso, a maior bancada da Alepe é do Progressistas, que encerra a janela com 11 deputados. Quando somado ao União Brasil, com quem forma federação, o grupo alcança 12 cadeiras, se consolidando como força relevante dentro do bloco governista. Ainda assim, alguns nomes têm liberdade para apoiar João Campos, como Romero Albuquerque, que entrou no partido nas últimas horas da janela.
No consolidado, a governadora passa a contar com 35 deputados em sua base de apoio, contra 12 parlamentares de oposição e dois independentes, configurando um cenário de predominância governista, ainda que com espaço para tensão em votações mais sensíveis.
MUDANÇAS PARTIDÁRIAS NA ALEPE
As novas configurações partidárias
A federação formada por PT, PV e PCdoB permanece integrada ao campo governista e reúne oito parlamentares, mas com dois casos de dissidência: Dani Portela e João Paulo Costa, que ingressaram no PT e fazem coro de oposição à governadora.
Outro destaque é o Podemos, que não tinha representação e emerge da janela com seis deputados. Entre eles está Edson Vieira, que deixou a oposição e passou a integrar a base. O Partido Novo também não tinha representantes e passou a ter Renato Antunes.
Já o Partido Liberal encerra o período com dois deputados a menos, mas preservando três cadeiras: são dois deputados independentes mais o deputado Alberto Feitosa, que se mantém como uma das vozes mais firmes da oposição, inclusive à frente da Comissão de Justiça.
O MDB, por sua vez, segue dividido, com o presidente da Assembleia, Álvaro Porto, em forte oposição ao governo, enquanto Jarbas Filho integra a base governista.
Ao todo, cinco partidos deixaram de existir na Alepe após a janela partidária:
👉o PSDB perdeu seus quatro representantes;
👉o PSOL e o PCdoB ficaram sem as únicas cadeiras que tinham;
👉o Solidariedade viu toda a bancada migrar para o Podemos;
👉e o PRD teve seus dois representantes migrando para o PSD e PSB.
Veja todas as mudanças de partido da Alepe
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Nome
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Partido
anterior
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Novo
partido
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Abimael Santos
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PL
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Não mudou de partido
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Adalto Santos
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PP
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Não mudou de partido
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Aglailson Victor
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PSB
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PSD
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Álvaro Porto
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PSDB
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MDB
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Antonio Coelho
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União
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Não mudou de partido
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Antônio Moraes
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PP
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PSD
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Cayo Albino
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PSB
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Não mudou de partido
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Claudiano Martins Filho
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PP
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Não mudou de partido
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Coronel Alberto Feitosa
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PL
|
Não mudou de partido
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Dani Portela
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PSOL
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PT
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Dannilo Godoy
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PSB
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PP
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Débora Almeida
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PSDB
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PSD
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Delegada Gleide Ângelo
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PSB
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PP
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Diogo Moraes
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PSDB
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PSB
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Doriel Barros
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PT
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Não mudou de partido
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Edson Vieira
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União
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PODEMOS
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Fabrizio Ferraz
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Solidariedade
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PODEMOS
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France Hacker
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PSB
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PP
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Francismar Pontes
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PSB
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Não mudou de partido
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Gilmar Júnior
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PV
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Não mudou de partido
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Gustavo Gouveia
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Solidariedade
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PODEMOS
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Henrique Queiroz Filho
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PP
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Não mudou de partido
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Izaías Régis
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PSDB
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PSD
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Jarbas Filho
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MDB
|
Não mudou de partido
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Jeferson Timóteo
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PP
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PODEMOS
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João de Nadegi
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PV
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Não mudou de partido
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João Paulo
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PT
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Não mudou de partido
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João Paulo Costa
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PCdoB
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PT
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Joãozinho Tenório
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PRD
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PSD
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Joaquim Lira
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PV
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Não mudou de partido
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Joel da Harpa
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PL
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PP
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Junior Matuto
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PRD
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REPUBLICANOS
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Luciano Duque
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Solidariedade
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PODEMOS
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Mário Ricardo
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Republicanos
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Não mudou de partido
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Nino de Enoque
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PL
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Não mudou de partido
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Pastor Cleiton Collins
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PP
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Não mudou de partido
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Pastor Júnior Tércio
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PP
|
Não mudou de partido
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Renato Antunes
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PL
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NOVO
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Roberta Arraes
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PP
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Não mudou de partido
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Rodrigo Farias
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PSB
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Não mudou de partido
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Romero Albuquerque
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União
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PP
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Romero Sales Filho
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União
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PSD
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Rosa Amorim
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PT
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Não mudou de partido
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Sileno Guedes
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PSB
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Não mudou de partido
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Simone Santana
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PSB
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Não mudou de partido
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Socorro Pimentel
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União
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PSD
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Waldemar Borges
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MDB
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PSB
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Wanderson Florêncio
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Solidariedade
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PODEMOS
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William Brigido
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Republicanos
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PSD
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Reconfiguração das comissões
Com a nova composição parlamentar, a tendência é que o governo amplie sua capacidade de articulação interna, sobretudo na definição das comissões permanentes.
A partir do dia 4, os partidos que ampliaram suas bancadas passam a ter o direito de solicitar a redistribuição das vagas nos colegiados, conforme prevê o regimento interno, que estabelece a proporcionalidade de acordo com o tamanho das representações partidárias.
O foco principal do governo está nas comissões de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) e de Administração Pública, consideradas estratégicas para a tramitação de projetos. Atualmente, esses colegiados têm presidência e maioria de integrantes ligados à oposição, o que impôs dificuldades à agenda do Executivo ao longo do mandato.
Os presidentes e vice-presidentes das comissões não podem ser alterados, uma vez que foram eleitos internamente para mandatos de dois anos. A aposta do governo, portanto, está na recomposição das cadeiras, com o objetivo de formar maioria e reduzir a capacidade de obstrução da oposição.
Para isso, os partidos devem formalizar os pedidos de recálculo da distribuição das vagas ao presidente da Assembleia, Álvaro Porto. É ele quem conduzirá o processo e definirá a nova composição dos colegiados, sem prazo regimental estabelecido para a decisão.
Governo buscará ampliar a quantidade de membros nas comissões da Alepe - Roberta Guimarães/Alepe
Mudanças na Câmara Federal
A configuração da bancada federal de Pernambuco também foi redesenhada com a janela partidária. O PSD da governadora Raquel Lyra, que não contava com nenhum representante, passa a ter três deputados federais após as filiações de Fernando Monteiro, Guilherme Uchôa Jr. e Túlio Gadêlha.
A movimentação também envolve mudanças estratégicas em outras siglas. Fernando Rodolfo deixou o PL e migrou para o PRD, enquanto Mendonça Filho fez o caminho inverso ao sair do União Brasil para reforçar o PL. Já Pastor Eurico também deixou o PL, mas seguiu para o PSDB, contribuindo para recomposição da legenda em apoio à governadora.
O PSB, por sua vez, registrou uma baixa e uma reposição: perdeu Guilherme Uchôa e ganhou Maria Arraes, que saiu do Solidariedade para se filiar à sigla socialista em apoio a João Campos. O MDB, por sua vez, recebeu Luciano Bivar, que deixou o União Brasil.
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