E como as ideias são fluídos e aspirações do que sempre surgem como memórias para as lembranças que nos fazem contar e trazer registros importantes de nossa história, tanto aqui no blog, quanto nas páginas do facebook e instagram e, ainda não ampliamos para outras redes importantes de comunicação digital (e o nosso interesse é fazê-lo) – falar do esporte amador, que tem Ediglê Freire e o professor Araújo com conhecimento mais aprofundado no tema, o que trazemos aqui sobre essa arte tão apaixonante, é o mínimo do que podemos oferecer como fatos.
Lembrar do Esporte Clube do saudoso Antônio Lambu, flamenguista nato que nos anos 80 comprou padrão e vestiu craques do esporte amador araripinense como: Assoélio, Valmir, Genilson, Cuscuz, Júnior de Nascente, Etinho e outros que não lembro o nome para também alimentar sua paixão pelo futebol.
Trazer para as nossas páginas os registros do Santa Cruz do Pedra Fina que movia aquela geração de futebolista como Tontonho, Naldo, Perninha, o editor deste, Carlos Paixão, Neguinho e Ronaldo de Lica, Baza – “O Ferinha” – Rivone.
O Oásis Futebol Clube do Bairro Zé Martins que tinha uma galera apaixonada por futebol a exemplo de Ronaldo, Neguinho e tantos que fizeram daquela comunidade uma estação de craques.
Eram os chamados times de várzeas, onde as peladas em campo de terra batida, mato muitas vezes encharcados se espalhavam por vários pontos do município, como Alto da Boa Vista, Vila Santa Isabel (CSU), Rua do Padre (na beira fresca) e até DNOCS. E no centro alguns campos de terra batidas aglomeravam todos os dias a turma do time de dentro e do time de fora. Trechos próximo a praça do Hospital, bem ali onde fica o Hotel Boulevard havia um campo de futebol amador; por trás da prefeitura em que os filhos de Seu Enéias tomavam de conta do pedaço; por trás da Uniclinic e todos os espaços vazios a moçada batia aquele bolão para mobilizar os desportistas.
A cidade cresceu, os espaços diminuíram e não existem mais os campinhos de várzeas para aglomerar aquela rapaziada, ás vezes até saiam no tapa, mas no outro dia “tava” todo mundo batendo ponto das 16 às 18 horas para suar, correr atrás da bola e animar cada canto da cidade.
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