Tem-se por tradição oral que as terras da Fazenda São Gonçalo
pertenceram ao Visconde de Parnaíba, Manoel de Souza Martins que as
vendeu a Manoel Félix Monteiro, paraibano, casado com D. Theotônia
Leite Monteiro (ou Theotônia Leite Teixeira). Essa versão não pode ser
documentalmente comprovada.
E daí por diante chegaram os pioneiros, incluindo o cearense
Daniel Rodrigues Nogueira e a Fazenda São Gonçalo se transforma em Vila e depois
se desmembra de Ouriruri e se emancipa para se tornar a principal cidade do Sertão
do Araripe. Só isso.
E contar cada detalhe da História de Araripina, seus fatos e suas
reminiscências não é nem cansativo, nem se torna enfadonho porque é sempre prazeroso
replicar cada passo importante que numa construção coletiva transformou o nosso
município em um lugar melhor para se viver.
Diante disso: trouxemos três registros importantes de como as
mudanças aconteceram e seguimos nos trilhos do progresso e do desenvolvimento. Um
registro provavelmente dos anos 70, onde vê-se parte do famoso Bar Tio Patinhas,
talvez um puxadinho onde seria uma agência de venda de passagem da empresa
Viação Progresso, a feirinha que ficava defronte ao Banco do Brasil na Rua do
Comércio, parte da praça Frei Ibiapina e os transeuntes circulando na
movimentada Rua José Barreto de Souza Sombra.
E uma foto de 2025, já dizendo que não tem jeito: o progresso e o desenvolvimento chegaram de forma natural e não pediu passagem para chegar em Araripina. Eles apenas se instalaram e é possível em cada canto da cidade, sentir essas mudanças.
Bem-vindo a Araripina do século 21.



