Cantora morreu nesta terça-feira (25), aos 80 anos. Informação foi revelada pelo sobrinho da cantora nas redes sociais.
Por Redação
g1
Dolly Parton durante show em Nashville, nos Estados Unidos, em 2015 — Foto: Wade Payne/Invision/AP
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No
último vídeo que postou nas redes sociais, Dolly Parton convidou para uma
exposição sobre sua vida. O vídeo foi publicado no dia 12 de agosto, 13 dias
antes de sua morte. Veja abaixo.
Dolly
Parton morreu nesta terça (25), aos 80 anos. A informação foi
confirmada pela família em um vídeo nas redes sociais.
O
"Dolly's Life of Many Colors Museum" foi anunciado como a maior
exposição dedicada à vida e à carreira de Dolly Parton no mundo. A abertura
estava prevista para o outono de 2026 em Nashville, Tennessee, nos EUA.
"Do lixo ao luxo [em tradução livre da expressão 'from rags to rhinestones'], fui abençoada com uma vida cheia de histórias, e agora finalmente posso compartilhar todas elas com vocês em um só lugar: o My Life of Many Colors Museum. Ele será inaugurado em 2026 no meu SongTeller Hotel, em Nashville, e será a maior exposição já feita no mundo sobre esta que vos fala", ela disse.
Na
fala, Dolly Parton fazia referência à sua infância pobre no sul dos EUA, antes
de se tornar uma lenda da música country.
Nascida
em 1946 em Sevier County, no Tennessee, em uma cabana de apenas um cômodo às
margens do rio Little Pigeon, Dolly era a quarta de 12 filhos de um agricultor
sem terras. A família não tinha acesso a água encanada ou eletricidade, e o
médico que atendeu seu parto foi pago com um saco de farinha de milho.
Dolly Parton faz vídeo divulgando exposição sobre sua vida — Foto: Divulgação
"Esse
anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu há anos, antes que eu tivesse
absorvido totalmente como uma realidade no futuro", disse Bryan Seaver,
sobrinho e chefe da segurança da cantora, ao anunciar a morte.
"A tristeza fica conosco, não com a Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, com certeza, ao lado de Carl [Thomas Dean, seu marido, que morreu em 2025], seus pais e incontáveis outros que a assistiram e que queriam encontrá-la nos céus."
"Dolly
também abriu as portas para gerações de cantores, compositores, músicos e
sonhadores de todos os campos da vida e de todos os continentes. Com seu
exemplo, nós acreditamos que tudo era possível. Ela nunca viu uma porta que não
pudesse abrir, e as portas que ela abriu fizeram e mudaram a história."
Dolly
enfrentava problemas de saúde desde a morte do marido, Carl Dean, que morreu em
março de 2025. Em entrevista à revista "People", publicada no dia 21,
ela disse que "não prestou atenção [aos próprios problemas]" enquanto
cuidava do marido.
"Mas ainda estou trabalhando e há muitas coisas que eu ainda quero conquistar", acrescentou.


