O Hospital e Maternidade Santa Maria celebra, em 2026, os 59 anos de sua fundação que foi feita pelo Bispo Diocesano, Dom Campelo de Aragão, no dia 27 de janeiro de 1967. Fundado inicialmente como maternidade para atender às gestantes do sertão do Araripe, o HMSM evoluiu ao longo de sua história e projeta muitas conquistas no futuro.
E a
história dessa entidade filantrópica está vinculada a tanta gente, inclusive a
meu pai, Antônio Alves da Silva, que também foi um dos que ajudaram a erguer
essa instituição cinquentenária.
O registro antigo da Praça Dom Antônio Campelo de Aragão, ainda tímida e em reforma, com seus canteiros arborizados, os bancos de cimentos doados por família tradicionais de Araripina, a vista do hospital com sua primeira portaria de atendimentos e por trás uma cidade que ainda se apresentava em desenvolvimento é um desses achados que enchem os olhos de qualquer amante de história.
E
hoje (31) – último dia do mês de outubro, resolvemos compartilhar com vocês
essa cumplicidade entre o Hospital e Maternidade Santa Maria com o povo de
Araripina, que sempre foi motivo de orgulho, assim com era com a Casa de Saúde
São José, que atualmente acomoda as instalações da Secretaria Municipal de
Saúde, que assim, como o hospital, em seus corredores em forma de labirinto,
ouviu tanto choro de pequenos Araripinenses que transformaram a nossa sociedade
em um município próspero, desenvolvido e progressista.
A Casa de Saúde São José, que funcionou principalmente como maternidade, passou por mudanças em sua estrutura com atualização nos seus projetos arquitetônicos em 1980, quando a Rua José Arnaud Campos ainda era Rua São Pedro, segundo informações dos projetos.
Minha
mãe Cleonice, minha tia Zita Baía, por muitos anos trabalharam nessa
instituição que foi sinônimo de acolhimento e de grande relevância para a nossa
saúde quando ainda não tínhamos o Sistema Único de Saúde (SUS), para atender
quem tinha INAMPS (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência
Social), que eram para trabalhadores com carteira assinada e seus dependentes e
quem era considerado desassistido pelos serviços públicos e conveniados. Foi o
grande limiar de políticas públicas para quem era considerado ou rotulado como
indigente, que não tinha emprego com carteira assinada.
Informações
como data de inauguração, data de início das suas atividades, somente com seus
proprietários – Leonardo, Meire Batista, Pedro Henrique, Eduardo Farias – para
assim não cometermos enganos que podem causar burburinhos nas nossas redes
sociais. Esse não é nosso intuito. Nosso papel é contar a história desses
empreendimentos valorosos para nossa querida Araripina, claro, sempre que
podemos conversar com pessoas que são importantes para que os fatos sejam
mostrados como aconteceram, fazemos com a maior satisfação de quem gosta de
apurar as informações com sua maior credibilidade e verdade.
O que essas entidades tem em comum, é que são pioneiras em Araripina que deram os principais passos para transformar a saúde do município.
O prédio da Casa de São José e os projetos de atualização de 1980 - quando a Rua José Arnaud Campos ainda era chamada de Rua São Pedro





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