Contar a história de AraripinaSeus fatos e reminiscênciasE tratar de forma leveNo contexto e na essênciaO livro de Francisco MunizÉ o enredo e a raizMostrando cada vivênciaA zona fisográficaDo Sertão AraripianoÉ a microrregiãoDo Sertão PernambucanoÉ no Sopé da ChapadaQue Araripina se alargaDiversificando seu planoUm clima bastante quenteInerente ao sertãoUm inverno bem escassoNa nossa própria regiãoO frio do mês juninoFaz um ambiente divinoDe festa e manifestaçãoNo azul da sua tardeO avermelhado do céuQue num esplendor se abreO sol vibra como fogoO dia nasce de novoCalmo e sem muito alardeA sua hidrografiaNão permite acumularAs águas que vem das chuvasPra poder amenizarO tempo da seca “braba”Que além da falta d’águaFaz o sertanejo chorarA vegetação caatingaDa baraúna ao angicoAroeira, MassarandubaDe um período muito ricoA umburana, o marmeleiroA macambira, o faveleiroNum nordeste bem atípicoFlorando num corpo nuA caatinga se espreguiçaDo verde até o azulDa chuva que relampejaDa nossa flora sertanejaDa flor do mandacaruAs terras de São GonçaloAinda eram fazendaQuando o Visconde de ParnaíbaResolveu botar à vendaA Manoel Félix MonteiroOutro também forasteiroFoi entregue a encomendaE foi D. Pedro IIQuando era imperadorQue determinou as regrasQue assim consolidouNo Brasil um regulamentoQue seria o instrumentoDa terra que se comprouE sua jurisdiçãoA Fazenda São GonçaloTeria sua divisãoDo Olho D’água a MoraisDo Cavalete a outros maisSeriam sua expansãoUma terra despovoadaAinda em construção*Reginaldo e *JoaquinaTrazia a disposiçãoVeio *Manoel FerreiraCom a sua companheiraPra fazer povoação
*Reginaldo de Castro Bittencourt
*Joaquina Maria de Castro
*Manoel Ferreira de Oliveira Junior
*Francisca Raimunda de Jesus
E veio outros morarNa terra de São GonçaloFazendo então progredirComo num dedo um estaloE muitos outros pioneirosMontaram seus estaleirosPra seguir no mesmo embaloPassando, pois, por aliDe maneira repentinaEdificando uma CapelaNa futura AraripinaAlém de um cemitérioVeio fazer o ministérioO Padre Ibiapina
*No mês de maio de 1871
São Gonçalo já mostrouNa sua prosperidadeSer um lugar bem pujanteMostrando capacidadeDo Olho D’água ao MulunguNo rumo norte e do sulCom muita intensidade








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